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Em Doutrina Espírita vivemos propagando a importância das vidas sucessivas como a grande fiadora do progresso do ser. Assim vivemos a apontar a reencarnação como sendo o grande fio condutor das almas, ensejando oportunidades renovadas para o crescimento, o aprimoramento e para o avanço do ser.

No túmulo de Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, encontra-se anotado a seguinte frase: “Nascer, morrer, renascer de novo, progredir sempre tal é a lei”, definindo finamente a rica relação entre a vida e a morte e indicando o maravilhoso paralelo existente entre o “renascer de novo” e o “progredir sempre” como sendo um dos grandes instrumentos da lei.

No Livro dos Espíritos, questão 167, o codificador interroga aos espíritos: “Qual o fim objetivado com a reencarnação?”

Obtendo como resposta: “Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isso, onde há justiça?”

Tais reflexões vêm nos indicar o grande valor dos mecanismos reencarnatórios para o ser, para as coletividades e principalmente para o progresso da humanidade.

Contudo, se todo o processo se verifica em torno das reencarnações, lógico é afirmar que toda a equação de progresso se estabelece em torno da base familiar, cabendo assim, às estruturas familiares organizadas, absorverem os impactos das vidas sucessivas, apresentando aos viajores da evolução, um roteiro seguro para que o progresso seja o destino de todos.

Nascemos em família, morremos em família e renascemos em família, e em família vivemos o cerne profundo de todo o cumprimento das leis de ação e de reação.

Sendo assim, podemos afirmar que a família se configura no grande “modus operandi” na edificação do progresso da humanidade pois, nela residem todos os esforços e todas as esperanças para a construção de homens melhores, com uma sociedade humana mais organizada e uma humanidade mais humana, pontos onde possa triunfar o amor ao próximo.

Alma querida, trabalhe pela família, se dê a família, acolha as famílias, como a guardar em si o mais puro dos diamantes, lugar onde o Divino lapidário, não se cansa de produzir as mais finas joias para adornar o amor.

Alma querida, poder viver em família é bom demais, viver bem em família é maravilhoso. Amar a nossa família é o ápice do sentimento cristão.

Ame a sua família!

Paz e muitas alegrias!

 

Scheilla

Psicografado por Jairo Avellar 

Série Perante a Eternidade

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Uma das maneiras mais usuais de se formalizar o intercâmbio cotidiano, entre o mundo físico e o mundo espiritual, se dá sem dúvida através das intuições que te chegam diariamente.

Através destas intuições emanam os recados pontuais com vistas aos direcionamentos necessários a teu favor.

A teu benefício, partem do mais alto, os recados mais urgentes e inadiáveis, bem como os sinais, monólogos de alertas, visando ditar para ti as direções a seguir de forma ultra emergencial.

Coração querido, veja bem em quais canais tendes situado a tua sintonia, em que antena tens instalado o teu sistema de buscas, porque de tua sintonia dependerão todas as tuas intuições no dia a dia.

Não te esqueças de iniciar a tua jornada diária, sempre através de uma prece edificante, sintonize a tua mente nos canais do otimismo, do amor ao próximo, das realizações positivas, do perdão, do carinho, da atenção e da tua assídua mobilização interna.

Mantenha-se sintonizado em Jesus, exercitando constantes reflexões em torno dos ensinamentos vertidos através de seu Evangelho.

Desta forma, saiba ouvir com acuidade as vozes que te amam e cuidam de ti, conselhos que chegam até você provenientes do mundo invisível em linhas diretas, conversas de alma para alma.

Valorize mais as tuas intuições!

Muita paz e muitas alegrias.

 

Marcelo Rios,

Psicografado por Jairo Avellar

 

Em muitas ocasiões a vida não se traduz em um mar de tranquilidades, equilíbrio e segurança, por vezes, ela se vê integralmente vazada por incontáveis fatores desafiantes a nos visitar sistematicamente e de forma insidiosa vindo a requerer por parte do viajor exausto e por vezes combalido as mais significativas demonstrações de força, perseverança e fé, para que assim consiga ainda permanecer de pé e apostos no campo de lutas.

Ninguém está isento de ser chamado aos testemunhos graves nos terrenos da experiência humana, ninguém está fora do circuito das avaliações, as provas não são privilégios para alguns ou mecânicas definidas em regime de exceções ou de favorecimentos.

A Terra é educandário sublime gerando aprendizados e propondo costumeiras avaliações para tantos quantos estejam matriculados em seus abençoados cursos reeducadores.

Lembra-te de que os deslizes de ontem, as posturas negligentes, rebeldes, desafiadoras da ordem, achincalhadoras do progresso, transgressoras da boa marcha, requererão do aluno negligente, mais dia e menos dia, o retorno à novos aprendizados, que nada mais objetivam do que reconduzir as almas invigilantes ao lugar do equilíbrio interior reaproximando o viajor do grande farol da harmonia universal.

Ninguém transgride as leis universais de harmonia, ninguém dilapida os eixos do amor e do equilíbrio individual e coletivo, sem que mais dia menos dia, leis naturais e imutáveis, com base nos mais amplos processos de reconstrução, venham a lhe exigir a devida reparação com base nos artigos do amor ao próximo.

É natural que as dores sejam para nós uma constante visita e que por vezes as lágrimas se derramem por nossos olhos sofridos, será comum em nossa caminhada que os desafios se multipliquem e que as incertezas vivam a nos represar a euforia, tudo isso é da lei que vindo em nosso socorro, concede-nos por vezes as mais sublimes oportunidades de reconstruir em campos e em corações, que ontem porfiadas vezes fomos a destruição.

Por isso, coração querido ao te sentir cansado ante o peso de tua cruz, lembra-te do doce nazareno, Jesus, que mesmo não estando sob o jugo da lei, conduziu com amor a cruz que lhe foi imposta, exemplificando para todos nós que ninguém estaria isento de sua cruz pessoal e de seu calvário de martírios e dores.

Lembremo-nos assim das assertivas de Jesus o, “Senhor e Mestre” a nos brindar o coração: “E quem não toma a sua cruz e vem após mim, não é digno de mim”[1]

Assim, tome a tua cruz com denodo e coragem, e ainda que por entre as lágrimas, continue seguindo em frente agradecido pelo teu campo de lutas.

Sejas forte, resigna-te!

Por mais duros sejam os teus desafios e as tuas dores, não te revoltes e nem te percas em reclamações e exigências, lembra-te do carneiro que humilde se oferece a tosquia, assim oferte a tua fé consciente e lúcida guardando-te sob o poderoso manto da paz.

Pacífica o teu coração, certo de que tudo passará e que um novo amanhã te aguarda, abrir-se-á um novo dia, dia de novas oportunidades e de novas conquistas.

Seja feliz!

Muita paz e muitas alegrias.

Marcelo Rios

Psicografado por Jairo Avellar

[1] Mateus 10:38

Um ano melhor, este é o sonho de muitos.

Sonhos que tomam conta de muitas mentes ávidas por serem felizes, por encontrarem essa tal felicidade.

Feliz ano novo é o eco que ressoa por entre os corações desejosos e que muitas vezes acaba por tecer no interior do ser poderosas redes de fantasias e de ilusões.

Neste momento, juntos puxamos então o freio da vida, desaceleramos as passadas firmes desse alazão chamado tempo e vamos nós em busca das necessárias reflexões em torno das muitas realidades que nos cercam.

Perguntamo-nos primeiramente, sobre o que seria a felicidade?

Indagamo-nos ainda sobre o que seria ser feliz?

E um outro questionamento importantíssimo, o que seria realmente um ano novo?

Será que a felicidade estaria na satisfação integral dos nossos desejos?

Seria atingir o apogeu das buscas pessoais?

Seria receber o laurel das conquistas num mundo repleto de tantas disputas?

Seria o entronizar das vitórias por entre os louros das glórias passageiras?

Ser feliz seria atingir o apogeu econômico, financeiro, social, profissional?

Seria realizar as viagens dos sonhos?

Ou seria, quem sabe, poder gozar de amplo poder de compra, o saciar-se do ter, o desfilar pelas melhores lojas, nos maiores magazines?

Será que ser feliz seria ter a posse total do objeto amado, mantendo-o cativo aos nossos desejos, gostos e integral submissão?

A felicidade seria um momento de término amplo das nossas necessidades?

Ou seria ainda a satisfação ampliada de todos os nossos desejos?

O que seria enfim o ano novo?

Hoje, reconhecidamente sentindo-me um espírito já bastante velho, amadurecido na forja ardente do tempo.

Olhando para trás e assistindo de forma privilegiada o passar do carreiro pesado das incontáveis vidas sucessivas, sinto-me então modestamente autorizado a discutir tão relevante assunto.

Hoje, entendo que a felicidade é um estado inerente ao próprio ser, herança abençoada por parte de nosso criador.

A felicidade está em nós, ela é viva em nós e existe em nós como marca indelével do criador sobre toda a sua criação.

Infelizmente muitos de nós teimamos em abstrai-la no carreiro dos milênios, através da negação de Deus em si, a desapropriação do Deus interior e a negação do Criador através da prepotência contumaz da criatura.

Somos a felicidade, na medida exata da habitabilidade de Deus em nós!

Ser feliz é refletir a manifestação desse Deus em nós, permitindo que esse Deus se entronize em nossos corações, Criador e criatura enlaçados através dos elos indestrutíveis do amor.

A felicidade é o amor, ser feliz é desenvolver em si a capacidade de amar, exteriorizando assim o Criador através dos fluxos benfazejos da caridade e da humildade, o amar ao próximo sem limites.

Quanto ao tempo, podemos afirmar que ele é um abstrato a navegar na grande nau da existência consciente, somente percebido quando balizado por dois pontos, que dão a ele o sentido passageiro de começo e fim, princípio e término, chegada e partida.

O ano é a baliza do tempo quando demarcado pelo intervalo de doze meses, assim sendo podemos afirmar que não existe ano novo, existem tão somente balizas novas, propósitos novos, propostas renovadas, novos objetivos, novos conceitos e novas disposições.

Assim sendo somente existirá um ano novo se com ele surgir um novo homem, com ideais sólidos de renovação, caso contrário o tempo de ontem será o mesmo, mudando tão somente os números de um calendário já bastante envelhecido.

Corações queridos, juntos, busquemos nestes instantes o altar interior e oremos através do coração, buscando assim a Jesus, o Cristo de Deus.

Mestre, rogamos humildemente pela Tua ajuda, ampara-nos Senhor, a nós estas almas vergadas sob o sol inclemente dos milênios de irresponsabilidades, de desvios e quedas, andarilhos dos desertos íntimos, descalços, alquebrados, rogando por um albergue seguro, por amparo, proteção e acima de tudo pela paz balsâmica e refazedora que emana de ti.

Jesus, permita que o teu evangelho possa ser a luz a iluminar a nossa indigente escuridão, ajuda-nos a sermos seres melhores, pacíficos, brandos e humildes de coração.

Senhor, faça em nós, em nosso coração a tua morada, que sejamos criaturas renovadas, que surja em nós um novo homem, num feliz ano novo!

Paz e muitas alegrias.

 

José Grosso

Psicografado por Jairo Avellar

 

Quando as intuições te chegarem, por mais simples que possam parecer, procure valorizá-las, avaliando-as através da lupa da razão, da lógica e do bom senso, para tomar em seguida as tuas decisões quanto ao melhor caminho a seguir.

Contudo, muitas intuições chegam em momentos decisivos, onde não se tem o tempo necessário para análises mais aprofundadas, nestas situações, caso estejas bem consciente de que a tua sintonia se localizada nos canais do bem e do amor, não tenhas dúvidas em obedecer às tuas intuições.

Muitas intuições nos chegam aparentemente sem propósito, uma sugestão para mudança de direção, uma alteração de curso, uma instrução solta, um aviso muitas vezes perdido em meio a várias outras questões, ou mesmo um aparente temor.

Lembra-te de que estas linhas intuitivas, são as mais importantes, por isso saiba valorizá-las, pois aqueles que velam por ti, além da matéria densa, estão sempre atentos, vigilantes e prontos a te ajudar e a te proteger.

Por isso estejas sempre alerta, e com os canais mentais afinados em Jesus no Evangelho e firme no amor ao próximo, selecionando para ti os fios da fraternidade.

Coração querido, lembra-te de que a intuição é sem dúvida alguma a mais antiga das sensibilidades mediúnicas de que Deus dotou o homem, no sentido de fazê-lo navegar com segurança nos dois planos da vida.

Seja feliz!

Muita paz e muitas alegrias.

Marcelo Rios,

Psicografado por Jairo Avellar

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